Critica da Liberdade abstracta N° 3 - D

      Vimos que a ilusão ideologica acompanha a limitação do homem real.

      Esta   " alienação " é um aspecto essencial da Historia -- a estabilidade da actividade social, a consolidação do nosso proprio produto << numa força concreta que nos domina, escapando ao nosso controle , contrapondo-se às nossas esperanças, eliminando os nossos calculos e que constitui um dos factores principais do desenvolvimento historico passado... >> O poder social ( seja, a força produtora multiplicada ) aparecia, a estes individuos, não como o seu proprio poderio mas, como um poder externo  -- << situado fora deles mesmos, do qual não conheciam a origem nem a finalidade; portanto, que eles não podiam mais dominar, embora mantivesse ( agora ) uma serie de fases,  independentemente da vontade e da agitação dos homens -- regulando, inclusivamente, esta vontade e esta agitação... >>

      Portanto ( como pressentia a teoria geral da alienação ), o desenvolvimento humano percorreu um processo contraditorio.

      A realização do homem supõe e implica a sua objectivação sobre o mundo; a consciencia-de-si progressa e liberta-se da animalidade, ao mesmo tempo que progridem o poder sobre o objecto e a constituição dum mundo objectivo de produtos e de forças de produção. Mas, esta conciencia quebra-se, divide-se: o individuo separa-se da comunidade e destroi-a!

      E, então, a objectividade crescente ( a realidade mais potente do ser humano ) acompanha-se na sua << exteriorização >> por uma potencia estrangeira e independente.

 

  (concluiremos este estudo de "N°3" na proxima Sexta-feira, dia 24 de Fevereiro de 2012, em: " N° 3-E " ).

 

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publicado por filosofia-xauteriana às 17:49 | comentar | favorito