Critica da Liberdade abstracta N° 5 - D (conclusão)

      Com os ideologos << a consciencia de si é a substancia elevada à consciencia de si, ou a consciencia de si tomada enquanto substancia; dum atributo do homem, a consciencia torna-se em sujeito autonomo >>. Eis a caricatura metafisica-teologica do homem separado da natureza.

      A essencia desta consciencia não é, portanto, o homem; e a filosofia da consciencia tem todos os inconvenientes do idealismo especulativo de Hegel, sem atentar no conteudo positivo da sua " Fenomenologia " ( paginas 284 e seguintes ) e da sua logica.

     Apos esta critica da << critica critica >> alemã, Marx e Engels observam ( muito apropriadamente ) que a teoria francesa da Liberdade se situava num plano muito menos abstracto, intemporal e puramente teorico.

      O pensamento critico frances << é a real actividade humana dos individuos, que são membros activos da sociedade, que sofrem, sentem, pensam e agem como homens. Eis porque esta critica é, ao mesmo tempo, pratica; é a critica viva, real da sociedade existente >> ( " Santa Familia ", volume II, paginas 22 e 23 ).

 

( a continuar na proxima Sexta-feira, dia 16 de Março de 2012, em " N° 6 " ).

 

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publicado por filosofia-xauteriana às 16:37 | favorito