Ora vejamos, agora...N°21

      Da partida duma relação " imediata " com a natureza ( no comunismo primitivo ), o homem elevou-se para a plenitude da consciencia e da Liberdade ( seja, do poder sobre a natureza ), atravez a mediação do processo historico. Visto que este processo era necessario, a ciencia da Historia vira mostrar uma necessidade historica. Cada etape determina-se pelo nivel do poder humano sobre as coisas -- pelo nivel do desenvolvimento das << forças produtivas >>. Mesmo que, entretanto, se trate apenas da propria produção, da sua Liberdade que se forma e se afirma -- quando, esta mesma se vai determinando progressivamente. 

      O idealismo hegeliano vem desaparecendo, a fim de ceder lugar a uma outra teoria mais profundamente dialectica.

      Chegou o momento em que o Marxismo nos trouxe mais realidade, acrescida duma analise mais complexa.

      Esta necessidade historica é entrecortada por crises, saltos, revoluções -- o que implica, tambem, " regressões " parciais ou profundas. Logo, explica porque no regime da propriedade-privada, o homem se empobrece ( enquanto Homem ), enquanto a riqueza cresce.

      Aqui surge a Classe-Trabalhadora, tendo o seu lugar proprio na Dialectica da Liberdade; embora Marx, desde a " Contribuição à Critica da Filosofia do Direito de Hegel " jà tivesse indicado a alienação radical das Massas-laborais e o papel libertador que este elemento vira trazer à Historia, conquanto se apresente radicalmente negativo à sua partida.

 

   ( a continuar na proxima Segunda-feira, dia 30 de Janeiro de 2012, em: " N° 22 " ).

 

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publicado por filosofia-xauteriana às 14:23 | comentar | favorito