Critica da Liberdade abstracta N° 4 - B ( conclusão )

      O " Manifesto " de 1848 responde, ainda, à objecção na voz dum interlocutor: << Ha verdades eternas, tais como a Liberdade, a Justiça, que se apresentam comuns a todos os organismos sociais. Ora, o comunismo suprime estas verdades eternas... O que significa esta acusação? A Historia da sociedade não teve " até agora " outro motor diferente dos antagonismos de classe, que tiveram formas diversas durante as varias épocas. Apesar desta variação das formas de antagonismos, a exploração duma parte da sociedade, por outra parte, é um facto comum durante todos os seculos passados. Assim, não é para estranhar que a consciencia social de todos os seculos, apesar da diversidade das suas variações, se exprima por certas formas-comuns, que não desaparecerão senão com o desaparecimento total destes antagonismos de classe. >> ( Manifesto, Obras completas, Tomo VI, pagina 543 ).

      Logo, que esconde a discussão metafisica sobre a Liberdade?

      A analise manifesta-se como contra-partida ideologica do asservidismo real, como o véu escondendo a servidão, como a compensação e a consolação que permitem fazer esquecer ( por uma parte dos homens ) que o escravo-real existe; aliaz, da mesma maneira que existe a escravidão "espiritual "!...

 

( a continuar na proxima Sexata-feira, dia 2 de Março de 2012, em " N° 5 - A " ).

 

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publicado por filosofia-xauteriana às 19:36 | comentar | favorito